Tirando o lock de um arquivo no TFVC de um workspace de um desenvolvedor que saiu do time

Alguns dias atrás um amigo meu pediu uma consultoria informa sobre TFVC do TFS.

Brandão, um dev foi demitido e deixou vários arquivos de código pendentes de check-in, a máquina já foi formatada pela Infra e não dá mais para entrar nela para liberar, o que eu faço?

Essa é uma das perguntas mais recorrentes de administradores de TFS. E não é difícil achar a resposta para ela, por exemplo, neste post, o Vinicius Moura, mostra uma ferramenta visual que ajuda a resolver esse problema, TFS Sidekicks.

Porém, como Administrador do TFS, vamos ver isso pela linha de comando!

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Administrador do TFS / VSTS use o console e Powershell

Em posts anteriores, reforço que um administrador de um servidor, de rede, e também do TFS / VSTS, deve saber usar o console, deve saber usar Powershell, na stack Microsoft, e futuramento no Linux, mas neste último existe a opção do bash também.

Porém isso é uma prática rara para quem trabalha com a plataforma Microsoft. Vamos começar a mudar esse paradigma, para isso vamos ver como podemos começar fazer uso do console e Powershell.

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Administrando usuários, grupos e permissões no console com TFSSecurity

Um bom administrador de um serviço hoje em TI usa console! A UI é importante, funciona para pequenas coisas, mas quando se precisa de automação, ou executar lotes de alterações, nada melhor que o bom e velho console.

No TFS/VSTS não é diferente, a Microsoft por anos focou na UI, porém cada vez mais dá destaque as ferramentas de console, sua linguagem de script Powershell, etc…

Quando precisamos fazer grandes alterações na estrutura de permissionamento do TFS/VSTS, usar a ferramenta TFSSecurity não é uma opção. Ela server tanto para fazer uma pequena alteração, grades, por exemplo, durante realocações de equipes, mudanças na política de acesso da empresa, ou quando como consultor vamos arrumar uma instalação que infelizmente ficou bagunçada com o tempo.

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Permissões no TFS/VSTS

No post Administração de usuários e grupos no TFS/VSTS, foi descrito o funcionamento do cadastro de usuários e grupos. Em seguida um administrador do TFS/VSTS precisa entender como dar permissões para, usuários ou grupos, para que possam executar ações ou não, ou seja, liberar funções ou restringir.

O administrador do TFS deve dominar essas ferramentas, pois pode poupar um bom trabalho na admistração, tanto em uma migração como no dia a dia.

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Upload de uma step para build vNext

Semana passada escrevi sobre a mudança de tasks para steps, a arquitetura de build foi totalmente alterada; portanto o que se sabia para escrever na estrutura de uma definição de build não é mais válido. Agora que o build é “scriptado”, ele é escrito em Powershell, ou até mesmo em Node.js.

Na instalação on-prem não estão disponíveis todos os steps que se encontram na versão on-line, VSTS, e mesmo assim podemos querer criar steps específicos para um cenário. Esse vai ser o tema do post de hoje.

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Microsoft Visual Studio Licensing

Licenciamento de software pago é tão complicado quanto as licenças de software livre, sim elas existem e é preciso dedicar um tempo para entender qual a licença correta para o uso que você está dedicando ou se você está utilizando um software livre da maneira correta.

No caso do ecossistema do Visual Studio e Team Foudation Server é interessante conhecer as possiblidades para licenciar corretamente e como cliente não utilizar produtos desnecessários e ou utilizando corretamente o valor de investimento da TI.

Para isso é disponibilizado o Microsoft Visual Studio Licensing, um documento explicando todas as possibilidades de licenciamento. O documento é atualizado esporadicamente devido as atualizações de licença, por isso é interessante acompanhar novas publicações. Estou me comprometendo a postar cada detalhes de cada atualização no futuro.

Mas vamos conhecer o documento e sua versão atual de Novembro de 2015?

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Das tasks declarativas do XAML aos steps do imperativo Powershell: build vNext

O TFS, sempre comparado a um simples versionador de código fonte, sempre vejo perguntas do tipo “qual a vantagem  do TFS em relação ao SVN?”; tem uma importante parte negligenciada constantemente por empresas que não possuem um bom processo de ALM: build.

É nesta etapa do processo que são gerados os binários para instalação nos diversos ambientes de um pipeline de continuous delivery, por exemplo, é neste momento que é possível verificar bugs, medir entrega da equipe, de fornecedores de fábricas de software e por aí vai…

Até a versão 2013 o TFS e o VSTS também, tinham o Team Build, um processo que utilizava uma definição de build escrita em XAML, amada por uns e criticada por outros, este processo amarrava o build na plataforma Microsoft, era um tanto complexo de customizar. Por isso, com a mudança do mindset da empresa, a alteração da infra-estrutura de build como visto no post De Controllers e Agents para Pools e Queues na nova arquitetura de build vNext, uma mudança no modelo é esperada.

O TFS 2015 traz o build vNext, que em algum momento deve ser tornar o build do TFS, propriamente dito. Uma pista é que o build baseado em XAML foi renomeado XAML definitions e o novo simplesmente Build definitions. Ou seja, provavelmente irá desaparecer. Vamos ver mais sobre seu funcionamento.

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De Controllers e Agents para Pools e Queues na nova arquitetura de build vNext

Você, antigo administrador do TFS, já estava acostumado com a arquitetura de Controladores e Agentes que acompanha o produto desde… alguns anos!

A arquitetura antiga atendia bem a possibilidade de modularização das máquinas de build, um controlador ou vários por TPC, alguns agentes por controlador, em uma mesma máquina ou extremamente pulverizada, veja abaixo:

TFS Build Architecture

A figura mostra uma arquitetura bem maleável. E com ela é possível construir build machines específicas para um sistema, ou para uma tecnologia, ou executar builds por versões de framework. Uma limitação grande: as build machines se ligavam somente a uma TPC. Portanto empresas que optassem por segmentar o seu TFS no nível de Collections teriam que replicar a infraestrutura de build, com toda a configuração de máquina, instalação de componentes, etc…

Outra limitação, o TFS apesar de poder ser usado para desenvolvimento com outras linguagens, que não as da plataforma .Net, por exemplo Java, ou mesmo Ruby; não tinha agentes para outras plataformas como Linux ou Mac. Mesmo assim ainda era possível acionar remotamente builds em Maven rodando no Linux por exemplo… mas Mac já ficava um pouco mais complicado…

build vNext

A estratégia de Cloud da Microsoft e a aproximação com o Software Livre forçou o TFS a expandir horizontes. Como seria possível fazer o build de uma app iOS ou mesmo de um software em ASP.Net 5 (saiba mais aqui), compilando os binários para a plataforma Linux com uma arquitetura presa ao Windows?
Então muita coisa mudou, inclusive toda essa arquitetura teve que mudar! Saíram os Controllers de cena e entraram Pools e Queues. E para entender melhor esta nova arquitetura, continue lendo este post…

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